Twisted Games, Ana Huang
Sinopse

Um amor proibido, uma química fora de série!
Magnífica, obstinada e amarrada pelas correntes do poder, a princesa Bridget sonha com a liberdade de viver e amar como quiser. Quando o irmão, o herdeiro, abdica por amor, Bridget é forçada a assumir o trono que nunca ambicionou e enfrentar um casamento sem amor e politicamente conveniente.
Enquanto navega pelos meandros - e traições - do seu novo papel real, tem de esconder o seu desejo por um homem que nunca poderá ter. O guarda-costas. O seu protetor. A sua desgraça.
***
Estoico, taciturno e arrogante, o guarda-costas Rhys Larsen tem duas regras de que não abdica: proteger os seus clientes a todo o custo e não se envolver emocionalmente. Sempre. Nunca se sentiu tentado a quebrá-las… Até a conhecer. Bridget von Ascheberg. Uma princesa teimosa e com um fogo oculto que reduz a cinzas as suas regras. Ela não é nada do que ele esperava e, afinal, é tudo o que ele nunca soube que precisava.
Dia após dia, centímetro a centímetro, ela quebra as defesas de Rhys até que ele não pode mais negar a verdade - jurou protegê-la, mas quer arruiná-la. Levá-la consigo. Ela é sua. A sua princesa. O seu fruto proibido. As suas fantasias mais ousadas.
Inesperado e proibido, o amor que surge pode destruir um reino… e condenar os dois.
Twisted Games é um romance incrível, absolutamente viciante e envolvente.
A minha opinião
Gostei imenso do livro, mais que o Twisted Love, em parte porque adoro uma história de princesas. A minha parte preferida do livro foram as férias na Costa Rica e a reviravolta sobre a lei dos casamentos reais. Adorei a parte final da história familiar do Rhys e perceber que ele finalmente encontrou alguém para ele e vice versa. A história é muito bonita e longa de certa forma, ou seja passa muito tempo apesar de em momento algum ficar aborrecida ou desinteressante. Recomendo mesmo ler Twisted Love antes e ler Twisted Hate depois (já o comprei) e continuarei não só a ler os livros da saga Twisted como outros diversos livros da Ana Huang.
